segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Oito órgãos abrem inscrições para preencher 2,8 mil vagas; três em MT
Pelo menos oito órgãos, entre eles três federais, abrem inscrições nesta segunda (18) para 2.815 vagas, além de formação de cadastro de reserva, para todos os níveis de escolaridade. O Ministério do Trabalho, cujos salários chegam a R$ 13.067, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) oferecem vagas para Mato Grosso.
Ao todo, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) oferece 234 vagas, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) abriu 41 vagas temporárias, o Departamento Nacional de Produção Mineral oferece 256 vagas, o Metrô de São Paulo abriu concurso para cadastro de reserva, Minas Gerais Administração e Serviços S/A, com 810 vagas e cadastro, Empresa Baiana de Alimentos, que conta com 760 vagas e cadastro, e as prefeituras de Fortaleza (CE) e Mauá (SP), com o total de 714 vagas.
Confira abaixo:
Ministério do Trabalho
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) oferece 234 vagas ao cargo de auditor fiscal do trabalho. Para participar do concurso é preciso ter curso superior concluído, em qualquer área de graduação. O salário inicial é de R$ 13.067 com jornada semanal de 40 horas. Do total de vagas, 12 são reservadas a portadores de deficiência - veja aqui o edital.
A inscrição poderá ser feita somente na internet, no site www.esaf.fazenda.gov.br, entre 10h do dia 18 de janeiro de 2010 e 23h59 do dia 1º de fevereiro (horário de Brasília). O valor da taxa de inscrição é de R$ 130 e deve ser pago por meio de boleto eletrônico até o dia 2 de fevereiro, em toda rede bancária.
Só poderá solicitar a isenção da taxa o candidato inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e ser de família de baixa renda. O formulário para a requisição está disponível no mesmo site e deverá ser feita entre as 10h de 18 de janeiro e as 23h59 de 19 de janeiro.
As avaliações serão feitas por meio de duas provas objetivas, um teste discursivo e sindicância de vida pregressa. A data das provas ainda não foi divulgada.
As vagas são para as superintendências do Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins.
Inpe
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) abriu processo seletivo simplificado para 41 vagas temporárias para profissionais de nível médio e superior para exercício de atividades técnicas e de pesquisa. Os salários variam de R$ 2.250 a R$ 12.685,16 (veja aqui os editais).
O primeiro edital é destinado à contratação de 15 profissionais de nível médio e superior que atuarão no Centro de Rastreio e Controle de Satélites do Inpe, com vagas para São José dos Campos (SP), Cuiabá (MT) e Alcântara (MA).
As inscrições devem ser feitas entre os dias 18 a 29 de janeiro nas unidades de Cuiabá (MT), São Luís (MA) e São José dos Campos (SP) – os endereços estão no edital. Os salários vão de R$ 2.250 a R$ 8.300. A taxa de inscrição variam de R$ 45 a R$ 165.
No segundo edital, são 26 vagas de nível superior na área de Pesquisa em Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, para atuação em São José dos Campos e Cachoeira Paulista (SP), onde devem ser realizadas as inscrições também no período entre 18 e 29 de janeiro. Os salários vão de R$ 6.936,07 a R$ 12.685,16. As taxas de inscrição variam de R$ 120 a R$ 250.
Os contratos terão duração de 1 ano e poderão ser renovados até o prazo máximo de 4 anos.
O concurso terá prova escrita e análise curricular e de títulos. O endereço, a data e os horários de aplicação das provas serão oportunamente confirmados e divulgados, no endereço eletrônico www.inpe.br.
Departamento Nacional de Produção Mineral
O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) abriu concurso para 256 vagas em todas as capitais do país. Os salários vão de R$ 1.517,35 a R$ 8.267,46 (veja aqui o edital).
Para nível superior completo as vagas são para os cargos de analista administrativo (nas áreas de administração, biblioteconomia, contabilidade, direito, gestão de pessoas, manutenção predial) e especialista em recursos minerais para as áreas de auditoria externa, desenvolvimento e economia mineral, engenharia de minas, geologia, geologia e mineração, química e tecnologia da informação mineral.
De nível médio os cargos são de técnico administrativo (administração e contabilidade) e técnico em atividade de mineração (agrimensura e topografia, geologia e mineração e manutenção de banco de dados).
A remuneração aos cargos de nível superior é de R$ 3.058,46, acrescida de gratificação de produtividade de até R$ 1.785 para analista e de R$ 5.209 para especialista. Para nível médio o salário inicial é de R$ 1.517,35, com gratificação de produtividade de até R$ 702 para técnico administrativo e de até R$ 2.249 para técnico em atividade de mineração.
No ato da inscrição, os candidatos deverão optar pelo cargo/habilitação e pelo tipo de classificação – local ou nacional – conforme a oferta de vagas estabelecidas no edital. Caso opte pela classificação local, o candidato deverá escolher a cidade de sua opção para posse e exercício. Se optar pela classificação nacional, o candidato será lotado em uma das cidades que ofereçam vaga para o cargo/habilitação, observada a ordem de preferência de escolha determinada pela classificação no concurso.
O concurso público será composto de provas objetivas para todos os cargos e de prova discursiva para os cargos de nível superior. As provas serão realizadas nas cidades de Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Cuiabá/MT, Fortaleza/CE, Manaus/AM, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA e São Paulo/SP.
As inscrições devem ser feitas entre as 10h de 18 de janeiro de 2010 e as 23h59 do dia 31 de janeiro de 2010 pelo site www.movens.org.br. A taxa é de R$ 37 para cargos de nível médio e de R$ 65 para nível superior.
As provas objetivas estão previstas para 7 de março.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Secretaria de Educação cria disque-denúncia para combater discriminação contra alunos portadores de deficiência
Secretaria de Educação cria disque-denúncia para combater discriminação contra alunos portadores de deficiência
A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte colocou o telefone 3315-1275 à disposição da sociedade para receber denúncias de atos discriminatórios contra alunos portadores de necessidades especiais. A medida, inédita no país, visa garantir que todas as escolas públicas e privadas de Alagoas garantam aos estudantes o direito de acesso à educação, sem distinção, conforme preveem a Constituição Federal, os planos Nacional e Estadual de Educação e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
A acessibilidade, permanência do aluno com necessidade especial na escola e o seu sucesso após a conclusão do ensino médio foram debatidos durante reunião entre o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, promotor Flávio Costa, e representantes do Governo do Estado, Prefeitura de Maceió, sociedade civil organizada e de entidades que atuam na garantia dos direitos da pessoa com deficiência. A Conselheira do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, Nelma Nunes, representou a entidade na reunião.
No encontro no Ministério Público foi apresentada a proposta de criação de uma comissão mista, formada por treze instituições públicas e privadas, que, num prazo de 60 dias, terá a responsabilidade de elaborar uma proposta pedagógica de inclusão de portadores de deficiência na escola.
Caberá à comissão, de acordo com portaria publicada no Diário Oficial do Estado de Alagoas, realizar o mapeamento do número de vagas para o atendimento ao aluno portador de deficiência e definir as diretrizes que garantem o acesso e a continuidade dos estudos com sucesso, além da infraestrutura física e pedagógica necessária das unidades de ensino para atingir a metas estabelecidas. Um Fórum Permanente irá acompanhar, avaliar e discutir a implementação dessa diretrizes.
A comissão será composta por representantes da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, Conselho Estadual de Educação, Assembléia Legislativa de Alagoas, Secretaria Municipal de Educação de Maceió, Câmara de Vereadores de Maceió, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, Federação dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de Alagoas, Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Alagoas, além de entidades de atendimento aos portadores dos mais diversos tipos de deficiência – física, auditiva, visual, intelectual e múltipla.
Segundo o promotor de Justiça, Flávio Costa, em Alagoas, 16,5% das pessoas possuem algum tipo de deficiência, índice acima da média nacional. “Temos uma dívida social muito antiga com o segmento e é preciso que sejam adotadas políticas urgentes para superar o preconceito e garantir a permanência do portador de deficiência na rede de ensino do estado”, afirmou. Em Alagoas, a maioria das escolas não dispõe de infraestrutura física adequada e profissionais capacitados pata atender a esse público. Esse é um dos desafios a serem enfrentados pela comissão.
Flavio Costa acrescentou que a reunião serviu para estabelecer metas entre as partes envolvidas e evitar a discriminação. “A partir do disque-denúncia da Secretaria de Estado da Educação – 3315-1275 -, o Ministério Público Estadual poderá atuar efetivamente para garantir o direito à educação do portador de deficiência. Todas as denúncias serão devidamente apuradas para que seja verificada a veracidade das informações e, se for constatado o abuso, será instaurado procedimento penal, civil e até administrativo, com o fechamento do estabelecimento de ensino”, concluiu.
Por Soraya Alves
Articuladora Estadual em Alagoas
Observatório Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente
Nelma Nunes
Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH)
ADE SIPIA-CT-Web - Alagoas
Fone/Fax: (82) 3315.1792 Cel.:(82) 8883.7564
Pelo portal Sipia CT (www.sipia.org.br), o cidadão poderá fazer a denúncia.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Participe com o CIESPI dos 20 anos do Estatuto
Em 2010 o Estatuto da Criança e do Adolescente completará 20 anos. É o momento oportuno para utilizarmos as comemorações em torno desta data para refletirmos sobre a lei: os avanços, os desafios que permanecem e os caminhos para sua superação.
Assim, a equipe do Centro Internacional de Estudos e Pesquisas Sobre a Infância (CIESPI), com apoio da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), convida-o(a) a participar de uma breve enquete, cujo objetivo é captar múltiplos olhares sobre a lei. Ao clicar no link abaixo, o Sr.(a) acessará um questionário breve e simples. Ao responde-lo, o(a) sr(a) fará parte desta iniciativa .
http://www.ciespi.org.br/pesquisa-olhares-sobre-estatuto
As informações coletadas serão inseridas em uma base de dados que será utilizada como fonte de estudo, sem a identificação do participante, mantendo seu total anonimato.
Agradecemos desde já a sua participação e encaminhamos, anexo, carta de apresentação da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.
Atenciosamente,
Equipe CIESPI 20 anos do Estatuto www.ciespi.org.br
Nelma Nunes
Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH)
ADE SIPIA-CT-Web - Alagoas
Fone/Fax: (82) 3315.1792 Cel.:(82) 8883.7564
Pelo portal Sipia CT (www.sipia.org.br), o cidadão poderá fazer a denúncia.
Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDCA
Rua Ladislau Neto, 367, Centro CEP: 57020-010
Fone/Fax: (82) 3315.1792/1739
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Mapeamento etnográfico dá importante passo para inclusão - Alagoas
Quilombolas - Alagoas
Mapeamento etnográfico dá importante passo para inclusão
Com iniciativa, surgem novos horizontes para as comunidades reconhecidas, que podem participar de políticas públicas específicas e melhorar sua qualidade de vida
Nicolas Braga
Sandreana Melo
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Mapeamento etnográfico garante acesso a políticas públicas destinadas a remanescentes de quilombosA Gerência do Núcleo de Quilombolas deu importantíssimo passo para ajudar os remanescentes quilombolas a sair da condição de excluídos, com a conclusão do Mapeamento Etnográfico. Numa iniciativa inédita no Brasil, foram visitadas 45 comunidades nos últimos 2 anos. O ponto alto desse trabalho foi a entrega de 25 certificados de reconhecimento pela Fundação Cultural Palmares, no dia 18 de novembro de 2009, durante a semana da Consciência Negra, em solenidade ocorrida no Palácio República dos Palmares.
Com mais de 300 páginas que descrevem os aspectos sociais, culturais e econômicos de cada uma das comunidades visitadas, o mapeamento foi idealizado para ser uma ferramenta do processo de certificação das comunidades pela Fundação Cultural Palmares.
“Com o reconhecimento oficial da comunidade como remanescente de povos quilombolas, é mais fácil conseguir recursos para aplicação em projetos de melhoria de vida, entre eles construção de casas, estradas de acesso, postos de saúde, escolas e ampliação de programas sociais do governo federal”, explica Berenita Melo, gerente do Núcleo de Quilombolas do Iteral.
Para elaborar o mapeamento e sensibilizar os moradores sobre a importância da certificação, foi criada uma equipe coordenado por Berenita Melo, sob orientação do historiador Dirceu Lindoso e composta pelo antropólogo Christiano Barros e a cientista social Sandreana Melo. “Para que uma comunidade seja reconhecida oficialmente como remanescente de quilombo, é necessário que a iniciativa parta dela própria; um estudo ou a determinação de pessoas de fora não é suficiente”, explica a gerente do Núcleo Quilombola do Iteral.
Além do mapeamento, foi criado um acervo com mais de 3 mil fotografias onde estão retratados os remanescentes, suas casas, seus costumes e modo de vida. Estima-se que em Alagoas existam mais de 70 comunidades remanescentes de quilombos, mas apenas 23 eram certificadas oficialmente.
Segundo o diretor presidente do Iteral, Geraldo de Majella, a entrega dos certificados foi um passo importantíssimo que abre novos horizontes para as comunidades quilombolas, sendo um deles a participação em políticas públicas específicas destinadas aos remanescentes quilombolas.
“O Iteral trabalha para ajudar ao máximo as comunidades quilombolas para que elas saiam da condição de excluídas em que se encontram há séculos. Por isso, nós estamos trabalhando na confecção do mapa étnico cultural das comunidades remanescentes de quilombo de Alagoas. A primeira parte já foi concluída e resultou no reconhecimento de 25 comunidades e já concluímos as visitas de campo da segunda etapa e estamos no estágio de elaboração do relatório”, afirma o diretor.
De acordo com Majella, a intenção da autarquia é tornar público tanto o mapeamento em si como o acervo de imagens que foi criado. A princípio, esse material estará ao alcance do público no próprio site da autarquia, mas será estendido às bibliotecas públicas do Estado.
A gerente do Núcleo Quilombola do Iteral acrescentou que nessa segunda etapa do mapeamento também foram incluídas as vinte comunidades quilombolas alagoanas já certificadas devido à inexistência de informações sobre elas.
Iniciativa tem reconhecimento nacional
Reconhecendo o esforço desempenhado pela gerência do Núcleo Quilombola do Iteral, o presidente da Fundação Cultural Palmares, Zulu Araújo, parabenizou a parceria entre os governos do Estado e federal. “Os quilombos são a representação simbólica e física da maior tragédia da história brasileira. Em Alagoas, tivemos o maior exemplo de resistência e também de massacre com a Serra da Barriga. O que o governo estadual e a Fundação Cultural Palmares, como órgão executor, têm feito, é reconhecer um direito que deveria ter sido reconhecido desde que o 1° negro pisou aqui”, afirma Zulu Araújo.
Para o remanescente Manoel Oliveira, mais conhecido como Bié, os quilombolas esperam mais respeito e que a qualidade de vida deles melhore com o decorrer do tempo. Ele destaca a infraestrutura, educação e saúde como as áreas que precisam de ações mais imediatas.
Nesse contexto, o Programa Brasil Alfabetizado, do Ministério da Educação, e que em Alagoas conta com o apoio da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, além do próprio Iteral, ampliou o número de salas em comunidades quilombolas. Hoje são 52 turmas em 31 comunidades certificadas e não certificadas de 18 municípios.
ALBINISMO — Quanto à saúde, no fim de outubro o mapeamento genético da comunidade de Filus foi concluído e sua população está sendo acompanhada por médicos a fim de prevenir e monitorar possíveis doenças provocadas em decorrência do albinismo. Esse trabaho está sendo feito pelo Hospital Universitário sob acompanhamento dos médicos Fernando Gomes, Cláudio Cavalcante e Issabela Monlle, com um importante apoio da ouvidora Márcia Rabello.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Cursos UNIAD INPAD - 2010
Nelma Nunes
Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH)
ADE SIPIA-CT-Web - Alagoas
Fone/Fax: (82) 3315.1792 Cel.:(82) 8883.7564
Cursos UNIAD / INPAD 2010
1º semestre 2010
Aconselhamento em Dependência Química
O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo profissional que atue na área de dependência química. Esse curso aprimora as diversas práticas que configuram as ações de: orientar, ajudar, informar, amparar e tratar o usuário ou dependentes
Coordenadores:
Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira
Profª. Dra Neliana Buzi Figlie
Objetivos do curso
- Capacitar o aluno para a realização de aconselhamento clínico individual e grupal para dependentes químicos e familiares.
- Informar sobre: aspectos biológicos e psicológicos de cada droga psicotrópica, relacionados às diferentes linhas de tratamento das
dependências químicas, noções básicas de prevenção, políticas públicas e organização de serviços. Leia mais
Acompanhamento Terapêutico nas Clínicas da Dependência
A dependência química é fundamentalmente uma relação alterada entre o indivíduo e o seu consumo de substâncias. Isso leva ao estreitamento do repertório destes usuários, empobrecendo habilidades adquiridas e impedindo o surgimento de nova.
O tratamento deve então ser considerado dentro de uma ampla gama de ações: presença de comorbidades e aspectos biológicos (p.ex. síndrome de abstinência), envolvimento familiar, afastamento de grupos e locais onde o usuário consumia drogas, incentivo a novas formas de relacionamento social.
A prática do AT promove ações capazes de ampliar e criar repertórios, sejam estes internos ou externos. Sua função pode ser adequada para o manejo de situações agudas (sintomas de abstinência), para auxiliar in loco a resolução de conflitos familiares e dificuldades sociais e favorecer o processo de retomada e/ou aquisição de espaços de convívio social. Além disso, passa a ser um interlocutor entre a equipe terapêutica e o ambiente de convívio do dependente.
Corpo docente:
Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira
Prof. Dr. Marcelo Ribeiro
Prof. Dr. Hamer Palhares
Lígia Bonacim Duailibi
Alessandra Bonadio
E convidados ... Leia maisCapacitação em Terapia Familiar no Contexto de Álcool e Drogas
Frequentemente situações clínicas ou institucionais levam profissionais da área de saúde, educação ou jurídica se depararem com familiares em condições de conflito. No Campo da dependência o manejo a familiares é delicado, representa uma peça chave tanto para uma intervenção preventiva ou de tratamento, exigindo do profissional recursos e instrumentos que garantam uma conduta assertiva. Este curso procura capacitar o aluno frente aspectos como compreensão do sistema familiar, aplicação de abordagens familiares existentes no campo de álcool e drogas, condução de casos e procedimentos de encaminhamento.
Coordenação do Curso:
Prof. Roberta PayáSupervisão:
Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira
Leia maisDependência Química e Diversidade Sexual
Devido ao preconceito, estigma, discriminação e violência sofridos pela comunidade de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (LGBTT), tem crescido em vários lugares do mundo movimentos reivindicatórios (por exemplo, a "Marcha do Orgulho Gay") como uma expressão do esforço para igualdade de seus direitos como cidadãos, aceitação social, e respeito a sua orientação sexual1.
A epidemia de AIDS nos anos 80 incitou a comunidade gay a reivindicar programas de prevenção de HIV e melhorias dos cuidados médicos, bem como a tentar desmistificar a idéia de "doença gay"2. Muitos progressos foram observados nesta área desde então; no entanto, HIV/AIDS não é o único problema que envolve a diversidade sexual3. Como bem escreveu Vange Leonel em sua coluna na Revista da Folha em 21 de junho de 2009, intitulada Na Saúde e Na Doença: “Sim, somos todos diferentes, mas sujeitos às mesmas delícias e interpéries: homossexuais se casam, se separam, ficam viúvos, são roubados, ganham na loteria, fazem sociedades, perdem emprego, recebem herança, tem filhos, são multados, protestam no PROCON, reivindicam aposentadoria, adoecem, pagam planos de saúde, declaram Imposto de Renda e, assim como heterossexuais, também podem se tornar dependentes de drogas”. Evidências têm demonstrado que homossexuais, bissexuais, transexuais e profissionais do sexo apresentam risco elevado para transtornos relacionados ao uso e abuso de substâncias psicoativas com pior prognóstico quando comparado à população geral4-6.
A maioria dos programas de tratamento destinados a usuários de substâncias psicoativas não investigam ou não abordam questões relativas à orientação afetivo-sexual de seus pacientes. Na prática, observa-se que poucos são os serviços especializados para ter este 'olhar diferenciado' e, freqüentemente, apresentam falta de recursos e/ ou treinamento para atender as necessidades desta população7-9.
Habilidades em reconhecer e estimular a reflexão crítica sobre as questões pertinentes às vulnerabilidades que atravessam o campo da dependência química e da diversidade sexual são fatores importantes no processo de acolhimento, de promoção de saúde e prevenção, de facilitação do acesso e da oferta de serviços e tratamentos adequados para esta população10 11.
Poucas são as pesquisas nacionais, assim como os equipamentos especializados nas duas áreas e as portas de entrada dos dispositivos de saúde que se dedicam a olhar atentamente estas complexas associações. Trata-se afinal de uma situação duplamente estigmatizante: o preconceito e os mitos fomentados pela mídia e pela estrutura política e social ajudam a excluir tanto os usuários de substâncias psicoativas como o público LGBTT.
A importância de se abordar estas duas temáticas reside na necessidade de iniciarmos neste país um debate informado, científico e respeitoso; uma vez que se trata de dois assuntos bastante carregados de estigmas, mitos, preconceitos e condutas "popularescas". Longe de "patologizar ou medicalizar" a questão, mas sim expandir horizontes e conceitos principalmente de profissionais da área da saúde que desejam ser mais assertivos em sua prática de cuidados e atenção a indivíduos desta comunidade.
Profissionais que atendem indivíduos com orientação homoafetiva com problemas de uso/abuso/dependência de substâncias psicoativas serão mais efetivos e assertivos em sua prática clínica diária se puderem compreender como estas comunidades são constituídas e definidas através de seus ícones, seus símbolos, seus festivais, seus rituais, sua linguagem. Assim como, compreender quais os padrões diversos de uso/abuso de álcool, tabaco e outras drogas, fatores de proteção e fatores de risco e as vulnerabilidades que envolvem este público9 11.
Corpo docente:
Dra. Alessandra Diehl
Dra. Denise Leite Vieira
Professor Luca Santoro
Professores convidados
Supervisão
Dra. Neliana Figlie
Dr. Cláudio Jerônimo da Silva
Dr. Ronaldo Laranjeira
Terapia Cognitivo Comportamental Aplicada ao Tratamento da Dependência Química
Corpo docente:
Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira
Profª Tânia HouckProfª Neide Zanelatto
Objetivos do curso
Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
O amor suporta todas as coisas! O amor supera todas as coisas!
Não é o amor a base de toda crença religiosa? Não é o amor a base de todas as lutas e conquistas para um mundo mais justo? É nesse espírito de união, de tolerância e de respeito à diversidade de crenças e não crenças que convidamos a todos para um ato ecumênico no dia 21 de janeiro na Praça do Ferreira as 16:00, onde teremos apresentações culturais e a presença de representantes das mais variadas religiões que contemplam a população cearense. Neste evento problemas como dissociação religiosa, fé e discriminação, preconceito de cor e credo serão abordados.
O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa foi sancionado pelo presidente Lula e , a data foi oficializada pela Lei nº 11.635 de 27 de dezembro de 2007,do deputado federal Daniel Almeida (PCdoB).
A data, 21 de janeiro, foi escolhida em homenagem à memória de Mãe Gilda, Yalorixá do Terreiro Abassá de Ogum, que morreu no ano 2000, depois de ter a sua imagem depreciada no Jornal Folha Universal. Procurando provocar o debate e gerar a tolerância, a cidade de Salvador foi a primeira no Brasil a ter um dia dedicado ao tema.
Independente de nossa crença ou mesmo não crença cabe observar que vivemos dentro de um contexto social onde todas as formas de intolerância e injustiça se tornam um câncer para uma harmonia social exigindo sempre uma resposta firme e determinada pautada numa ética e cidadania. Podemos então concluir que vivemos numa época em que devemos ter como meta a tolerância à diversidade religiosa, o respeito à autonomia do ser humano e principalmente a consciência de amar incondicionalmente o meu próximo. A declaração universal do direitos humanos afirma que toda pessoa tem o direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. Nelson Mandela afirma que as pessoas não nascem odiando e nem discriminando e se aprenderam a odiar, podem ser ensinadas a amar.
Contamos com sua presença para fortalecer nosso ato.
Comissão Organizadora:
Ana Regina ? 8865-7095/3482-9682
Vilma de Melo ? 8839-3166
Alves ? 8894-2040
Patrícia Matos ? 8835-1130Sebastião Ramos 8780-1796
Mãe Constancia ? 8724-4415
Paulo Rogério ? 8670-1828
Álvaro Bezerra ? 8651-5703
Organização:
Fórum Religioso Afro-Brasileiro do Estado do Ceará
forum Estadual de Entidades do Movimento Negro do Ceará
Associação Afro Brasileira de Cultura ALAGBA
União Espirita Cearense de UmbandaGrupo de Ex-Testemunhas de Jeová