sexta-feira, 23 de julho de 2010

III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil

 

Estão abertas as inscrições para o III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil

A Fundação Telefônica, através do Programa Pró-Menino, está com inscrições abertas até o dia 15 de agosto para o III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil, que acontecerá de forma presencial em novembro, na Colômbia. Este ano, com o tema “Redes e Inovação para a Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil”, o evento se utilizará pela primeira vez das Tecnologias de Informação e Comunicação como elemento articulador das discussões, iniciando de forma preliminar através da Internet.

A inovação objetiva levantar, discutir e disseminar estudos e práticas entre pesquisadores, especialistas renomados e público envolvido no combate ao trabalho infantil na Ibero-américa, contribuindo para o fortalecimento da rede atuante na área. Deste modo, os debates iniciais serão promovidos via web durante os meses de setembro e outubro, servindo de fomento e preparação para as apresentações do encontro em Bogotá, capital colombiana. A ideia é gerar uma discussão contínua, que enriqueça as sessões plenárias, antes e durante o evento presencial, e também posteriormente, no âmbito virtual.

No conjunto de atividades na internet há diversas ações programadas, como mesas-redondas com especialistas; vídeos com apresentações de estudos e análises dos diferentes países participantes; chats e fóruns sobre temas específicos; palestras, experiências e sessões de apresentação de trabalhos do público em geral. Além disso, todos os participantes terão acesso a um ambiente de rede social, como Facebook, Twitter, Orkut e Youtube, onde poderão inserir fotos e perfis, além de terem a oportunidade de se comunicar entre si e estabelecer intercâmbio de experiências.

As inscrições estão abertas tanto para àqueles que queiram enviar palestras, estudos, pesquisas e trabalhos acadêmicos para apresentação, quanto para os que desejam apenas participar das discussões e podem ser efetuadas gratuitamente através do endereço: http://encuentrotrabajoinfantil.fundacion.telefonica.com

Programa Pró-Menino – A Fundação Telefônica desenvolve ações de combate ao trabalho infantil por toda a América Latina, no âmbito do Programa Pró-Menino. No continente, são beneficiadas mais de 170 mil crianças, número que deverá chegar perto de 200 mil ainda neste ano. No Brasil, a instituição atua na erradicação do trabalho infantil através do apoio a 24 organizações em 17 municípios paulistas, protegendo cerca de 10 mil crianças do risco do trabalho precoce.

Contato

Marli Romanini - Assessora de imprensa da Fundação Telefônica

Tel.: (11) 3035-1971

E-mail: marli.romanini@maquina.inf.br

Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDCA

Rua Ladislau Neto, 367, Centro 57.020-010

Maceió-AL   Fone/Fax: (82) 3315. 1739 Cel. (82) 8883.7564

cedca_alagoas@hotmail.com      www.conselhodacrianca.al.gov.br

20º aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente

www.obscriancaeadolescente.org.br


Divulgação de Curso à Distancia - Relações Raciais e Educação na Sociedade Brasileira

 

O Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação (NEPRE)/UFMT oferece Curso de Aperfeiçoamento, na modalidade a distância, Relações Raciais e Educação na Sociedade Brasileira, folder em anexo.

O curso tem como um dos seus objetivos formar professores, técnicos, gestores em educação da rede de educação básica e público interessado, para atendimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais (Art. 26 da LDBN). A carga horária do curso é de 180 horas, sendo 24 horas presencias e 156 horas na modalidade a distância.

Os interessados podem preencher questionário de interesse no endereço: www.ie.ufmt.br/nepre ou www.uab.ufmt.br .

Nelma Nunes

Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH/CEDCA)

http://www.mulherecidadania.al.gov.br http://www.conselhodacrianca.al.gov.br

ADE SIPIA-CT-Web - Alagoas Fone/Fax: (82) 3315. 1739 Cel.:(82) 8883.7564

Pelo portal Sipia CT (https://www.sipia.org.br/), o cidadão poderá fazer a denúncia.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Fique por dentro !

Palmares certifica mais

27 quilombos baianos

A Bahia teve mais 27 comunidades tradicionais de quilombos reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares (FCP). Publicada no dia 6 deste mês, a mesma portaria certifica também outros 27 quilombos no Maranhão, Minas Gerais, Santa Catarina, Pará, Rio Grande do Sul, Tocantins e Mato Grosso do Sul.

Ao todo, a FPC já emitiu 1.318 certificados para cerca de 1.527 comunidades em todo o Brasil. Destas, 332 estão localizadas em solo baiano, tendo sido produzidas 299 certificações que relevam a história e cultura das comunidades. As certificação são o primeiro passo para a demarcação e titulação de terras pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Em seguida, as comunidades são inseridas nos programas de políticas públicas básicas.

Nessa perspectiva, o Governo do Estado institui o Decreto 11.850/2009, que estabelece a criação e o funcionamento do Grupo Intersetorial para Quilombos na Bahia. Desta forma, o grupo é responsável por elaborar os planos de desenvolvimento, acompanhar a política estadual e dar suporte na aplicação das políticas públicas direcionadas ao este segmento.

O Decreto dispõe sobre a identificação, delimitação e titulação das terras devolutas do Estado da Bahia por essas comunidades, tratado no art. 51 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado da Bahia de 1989. Desta forma, assegura o reconhecimento, a promoção e a proteção dos direitos das comunidades, respeitando suas identidades, formas de organização e instituições, dentro de dois eixos de atuação: a titulação dos territórios quilombolas incidentes em terras devolutas do Estado e a construção dos Planos de Desenvolvimento Social, Econômico e Ambiental Sustentáveis.

Para a secretária de Promoção da Igualdade, Luiza Bairros, a Bahia inova ao intersetorializar o trabalho com a agenda de quilombos e garantir o atendimento às demandas, contemplando áreas como educação, saúde, meio ambiente, geração de renda, entre outras. “São novas formas de colaboração, que permitem acionar diferentes atores para que os processos de inclusão das comunidades quilombolas nas políticas públicas sejam alcançados em sua totalidade”, afirma.

A Sepromi coordena o Grupo Intersetorial, composto pelas secretarias de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), da Saúde (Sesab), Educação (SEC), Desenvolvimento Urbano (Sedur), Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir), Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Ciências e Tecnologia (Secti),  Cultura (Secult), Meio Ambiente (Sema) e Agricultura (Seagri). Também fazem parte do grupo a Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), a Superintendência de Agricultura Familiar da Seagri (Suaf) e a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), integrantes da Seagri. O Grupo Intersetorial dialoga com o Conselho Estadual de Quilombos, que é formado apenas pela sociedade civil e identifica cerca de 600 comunidades na Bahia.

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14-07-2010

Assessoria de Comunicação

Secretaria de Promoção da Igualdade

ascom@sepromi.ba.gov.br

(71) 3115-5142 / 3115-5132 / 9983 9721

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Em 21 de julho de 2010 20:18, Luis Carlos de oliveria <luisoliveiraimp@hotmail.com> escreveu:

Palmares certifica mais 47 comunidades quilombolas
(09/07/2010 - 15:15)

Foi publicado no Diário Oficial da União, na terça-feira (6), Portaria da Fundação Cultural Palmares que certifica 47 comunidades quilombolas. Estas comunidades, que se autodefiniram como remanescentes de quilombos, estão localizadas nos Estados do Maranhão, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocatins, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pará.

A certificação é o primeiro passo para a demarcação e titulação de terras pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra, como reconhecimento de que a comunidade existe, baseada em sua história, costumes e, principalmente, sua cultura.

A partir da certificação, as comunidades passam a ser beneficiadas com políticas públicas, como luz para todos, bolsa família, escola na própria comunidade, entre outras. Além de que o certificado permite que a Palmares defenda juridicamente as comunidades. Atualmente existem 1.527 comunidades certificadas pela Fundação.

UF

Município

Comunidade

Data de Publicação no D.O.U.

BA

Antônio Cardoso

Paus Altos e Gavião

Mulheres dominam quadro de eleitores

 

Mulheres dominam quadro de eleitores

1.070.577 estão aptas a votar nas eleições deste ano; número de jovens teve redução pela primeira vez em uma disputa presidencial

| NIVIANE RODRIGUES - Repórter

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, esta semana, o perfil do eleitorado brasileiro que irá às urnas em outubro próximo para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Os números mostram, mais uma vez, que as mulheres são a maioria no quadro de eleitores. Trazem ainda o que, para o País, foi considerada uma novidade: o número de eleitores jovens, na faixa etária entre 16 e 17 anos, teve redução pela primeira vez em uma eleição presidencial desde 1998. A redução foi de quase 7%, mas em Alagoas não foi considerada por quem lida diretamente com o processo eleitoral uma novidade.
O Estado seguiu a estatística nacional e também registrou queda no percentual de eleitores entre 16 e 17 anos, para quem o voto é facultativo.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Censo 2010:

 Censo 2010: Sou negro e sou de Axé!

No próximo mês de agosto, a população brasileira dos 5.565 municípios estará recebendo recenseadores e recenseadoras para o levantamento demográfico que desde o primeiro censo, em 1872, com 643 municípios, se mostrou como importante fonte de dados.
Sabemos do valor das informações coletadas para acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução das características da população e como elementos importantes para definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal, bem como para a tomada de decisões na iniciativa privada, incluindo, atualmente (para algumas), as ações de responsabilidade social.
Foi no censo de 1872 que, pela primeira vez, o conjunto da população era compreendido oficialmente em termos raciais, base para o estabelecimento de novas diferenças entre os grupos sociais.  Diferenças ainda longe das concepções hierarquizantes e poligenistas que se acercariam da noção de raça, anos mais tarde.
Naquele momento, tratava-se de conhecer uma população de ex-escravizados que começava a exceder cada vez mais o número dos ainda escravizados. E esta diferença era possível na medida em que a instituição escravista tinha perdido a legitimidade devido à ação de grupos abolicionistas ou mesmo por meio das consequências da abolição do tráfico (1850) ou das leis posteriores que prometiam, apesar de gradual, a abolição da escravidão: a lei do ventre livre (1871), depois a lei dos sexagenários (1885), seguida da proibição dos açoites (1886) .
É muito importante anotar que a noção de “cor”, herdada do período colonial, não designava, preferencialmente, matrizes de pigmentação ou níveis diferentes de mestiçagem, mas buscava definir lugares sociais, nos quais etnia e condição social estavam indissociavelmente ligadas. 
O novo Movimento Negro, surgido nos anos 1970, enfrentou a falácia da “democracia racial” entendendo que a o quesito “cor” era determinante do lugar social da população negra. Esse conhecimento, sustentado por militantes e pensadores na área das ciências humanas e sociais (incluindo a economia e a estatística), levou a uma campanha, em nível nacional, para o censo de 1991: “Não deixe sua cor passar em branco”.
Se fizermos uma breve retrospectiva do quesito “raça” / “cor” nos censos do País, não é difícil compreender a necessidade dessa campanha por parte do Movimento Negro:
          1 - o quesito “raça” foi pesquisado nos censos de 1872 e de 1890;
          2 - foi suprimido em 1900 e 1920;
          3 - o quesito retorna em 1940, sob o rótulo de “cor”;
          4 - em 1970, o questionário não contemplou o quesito “cor”;
          5 - em 1980, o quesito volta a aparecer;
          6 - em 1991 o quesito “cor” está presente, incorporando a (nova) categoria “indígenas e amarelos”;
          7 - o censo de 2000 admitiu “raça e cor” como sinônimos, compondo uma única categoria (“cor ou raça”).
A força da campanha do Movimento Negro tinha ainda maior razão! Além da invisibilidade da população negra, pela falácia da “democracia racial”, o quesito “cor”, respondido apenas no Questionário Amostra, tangenciava uma população já impregnada pelo não lugar do ser negro, colocado sempre no lugar de 2ª classe!
“Não deixe sua cor passar em branco!” cobriu o censo de 1991 e foi reprisada no censo de 2000, com o objetivo de sensibilizar os negros e seus descendentes para assumirem sua identidade histórica insistentemente negada; ao mesmo tempo em que era um alerta para a manipulação da identidade étnico-racial dos negros brasileiros em virtude de uma miscigenação que se constitui num instrumento eficaz de embranquecimento do país por meio da instituição de uma hierarquia cromática e de fenótipos que têm na base o negro retinto e no topo o ‘‘branco da terra'', oferecendo aos intermediários o benefício simbólico de estarem mais próximos do ideal humano, o branco.
Apesar de, neste novo censo de 2010, o quesito “cor ou raça” sair do Questionário da Amostra e passar a ser investigado também no Questionário Básico, cobrindo toda a população recenseada , ainda há um longo caminho da superação do racismo para que todos e todas respondam pela dignidade e pelo reforço da auto-estima de pertencerem a um grupo étnico que só tem feito contribuir eficiente e eficazmente para o desenvolvimento do País.
Ao contrário do que propõe as “assertivas” de exclusão, a identificação da população negra se faz necessária sempre e a cada vez para que se constate em números (como gosta o parâmetro científico) o racismo histórico que ainda está perpetrado sobre a população negra.  Só depois que alcançarmos a liberdade de fato é que as anotações étnicas passarão a ser fatores que dizem respeito exclusivamente à cultura.  Enquanto estivermos, como estamos hoje – após 122 anos da abolição da escravatura – vivendo uma abolição não conclusa, precisaremos reafirmar nossa etnia do ponto de vista político; econômico; habitacional; na área da saúde; na área da educação; nas condições de supressão da liberdade que não se dá apenas aos presidiários, mas a pais e mães que clamam por políticas para garantir que seus filhos e filhas possam crescer com dignidade e sem ameaças.
A proposta do IBGE de tirar a “fotografia” mais nítida o possível do Brasil, ainda está longe de ser alcançada!
E a luta do povo negro não termina!  O racismo é tão implacável que, a cada etapa alcançada, um novo desafio se apresenta!
Para este ano, novamente o Movimento Negro está em campanha, em nível nacional!  E, agora, é para que todos aqueles que são adeptos das Religiões de Matrizes Africanas respondam sem qualquer dissimulação: “Quem é de Axé diz que é!” (**)
O quesito “religião ou culto” continua no Questionário de Amostra e tem campo aberto para que o recenseador ou a recenseadora anote a “religião ou culto” declarado pelo cidadão, pela cidadã.
Tanto no quesito “cor ou raça” para todos (no Questionário Básico); quanto no quesito “religião ou culto” para alguns que responderão o Questionário Amostra, a população negra e seus descendentes estão conscientes de que suas palavras precisam ser firmes e que devem estar atentos para que a anotação seja feita sem qualquer margem de erro em relação ao que declarou.
Já se justificou essa omissão do quesito “cor” por um possível empenho do regime republicano brasileiro em apagar a memória da escravidão. Entretanto, parte da explicação pode vir do incômodo causado pela constatação de que nossa população era marcada e crescentemente mestiça, enquanto as teses explicativas do Brasil apontavam para os limites que essa realidade colocava à realização de um ideal de civilização e progresso.
Não temos qualquer dúvida de que a resistência em tratar de raça-cor e em tudo o que a discussão implica – como políticas de reparações, com fundo para superação do racismo histórico – é a mesma que teremos de enfrentar no tratamento das Religiões de Matrizes Africanas.  Não dissimular a declaração de adepto ou adepta das religiões de Axé, trazidas e preservadas como memória ancestral por aqueles e aquelas que resistiram à travessia e morte nos porões dos navios tumbeiros é dignificar a humanidade que por princípio e necessidade é diversa e assim deve permanecer.
A poligenia está superada! As evidências de que a humanidade surgiu no continente africano são cada vez em maior número e com rigor científico sempre mais acurado.  O conceito de raça não tem o menor sentido, dizem nossos opositores, no afã de jamais ceder o lugar histórico de conforto a que estão acostumados!  Enquanto não repararmos o estrago que o uso histórico do conceito fez a cidadãos e cidadãs que hoje são em mais de 50% da população, qualquer discussão conceitual será apenas a má retórica que tenta persuadir para continuar reinando.
Por isso,
          Não vamos deixar nossa cor passar em branco!
          E vamos dizer que somos de Axé!
           “Quem é de Axé diz que é!”

Fique por dentro !

 

Palmares certifica mais 47 comunidades quilombolas
(09/07/2010 - 15:15)

Foi publicado no Diário Oficial da União, na terça-feira (6), Portaria da Fundação Cultural Palmares que certifica 47 comunidades quilombolas. Estas comunidades, que se autodefiniram como remanescentes de quilombos, estão localizadas nos Estados do Maranhão, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocatins, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pará.

A certificação é o primeiro passo para a demarcação e titulação de terras pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra, como reconhecimento de que a comunidade existe, baseada em sua história, costumes e, principalmente, sua cultura.

A partir da certificação, as comunidades passam a ser beneficiadas com políticas públicas, como luz para todos, bolsa família, escola na própria comunidade, entre outras. Além de que o certificado permite que a Palmares defenda juridicamente as comunidades. Atualmente existem 1.527 comunidades certificadas pela Fundação.

UF

Município

Comunidade

Data de Publicação no D.O.U.

BA

Antônio Cardoso

Paus Altos e Gavião

Estado abre seleção para nutricionista, assistente social, psicólogo e pedagogo

 

Cidades atingidas

Estado abre seleção para nutricionista, assistente social, psicólogo e pedagogo

Vagas são destinadas a prestadores de serviços em regime de dedicação exclusiva
Mirella Costa
Devido ao estado de Calamidade Pública e emergência decretado no Estado, foi publicado na edição desta quarta-feira (21) do Diário Oficial do Estado, o aviso de convocação para contratação temporária de prestadores dos serviços sócio assistenciais.
Segundo a secretária de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Solange Jurema, é muito importante que os profissionais participem deste processo seletivo, para reforçar o quadro técnico, oferecendo à população destes municípios atingidos um atendimento de qualidade.
As vagas são destinadas a prestadores de serviços em regime de dedicação exclusiva, para que atuem junto aos serviços de proteção nos municípios em situação de calamidade pública e emergências no Estado de Alagoas.
Foram abertas duas vagas para coordenador da equipe de trabalho social, 35 vagas para assistente social, onze para psicólogo, duas vagas para pedagogos e outras duas para nutricionista. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais. O contrato tem a duração de três meses, podendo ser prorrogado por mais três meses.
Para participar do processo seletivo é necessário que o candidato seja brasileiro ou naturalizado, esteja em gozo dos direitos políticos e civis, esteja quite com as obrigações eleitorais e militares, possua a escolaridade exigida, seja maior de 18 anos, não tenha nenhum vínculo ativo no serviço público estadual, municipal, e/ou federal, esteja apto físico e mentalmente para o exercício das funções e comprove experiência mínima de seis meses na área da Política de Assistência Social.
Documentos exigidos
Na inscrição, o candidato deverá apresentar o diploma de conclusão de curso, cópia da identidade, cópia do CPF, cópia comprovante de residência, curriculum vitae documentado e a cópia da carteira de inscrição no órgão de classe.
É necessário apresentar ainda, uma declaração que não possui vínculo ativo no serviço público estadual, municipal, e/ou federal cujo modelo encontra-se disponível no edital. Será fornecido ao candidato, no ato da inscrição uma ficha a ser preenchida pelo candidato.
A seleção
A seleção dos candidatos será realizada pela Comissão Especial de Julgamento do Processo Seletivo Simplificado e procederá à análise curricular, segundo critérios objetivos de pontuação. O resultado da seleção será divulgado pela Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social, no Diário Oficial do Estado de Alagoas no dia 28 de julho de 2010.
As inscrições estão abertas e deverão ser realizadas de forma presencial entre os dias 21, 22 e 23 de julho de 2010, das 8h às 14h, na Coordenação Setorial de Gestão de Pessoas, na sede da Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, avenida Comendador Calaça, nº 1.399, Poço, Maceió, Alagoas. 

Nelma Nunes

Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH/CEDCA)

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ADE SIPIA-CT-Web - Alagoas Fone/Fax: (82) 3315. 1739 Cel.:(82) 8883.7564

Pelo portal Sipia CT (https://www.sipia.org.br/), o cidadão poderá fazer a denúncia.

Tabela com o cronograma de mutirões nos municípios em estado de emergência ou de calamidade pública em Alagoas

 

Direitos Humanos presta ajuda humanitária aos atingidos pelas chuvas em Alagoas e Pernambuco

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), por meio da Coordenação de Promoção do Registro Civil de Nascimento, inicia na segunda-feira (19) Mutirões para Emissão de Segunda Via de Documentos nos municípios alagoanos que se encontram em situação de emergência e calamidade pública. A iniciativa faz parte do esforço conjunto do Governo Federal para ajudar as pessoas atingidas pelas chuvas de junho que deixaram mais de 50 mortos e 150 mil desabrigados em Alagoas e Pernambuco. Ao todo foram atingidos 95 municípios nos dois estados.
Segundo a coordenadora-geral de Promoção do Registro Civil de Nascimento da SDH, Beatriz Garrido, os mutirões são fundamentais nesse momento para que as pessoas que tiveram seus documentos destruídos possam resgatar a cidadania. “A segunda via dos documentos está auxiliando o pagamento dos benefícios de programas sociais, dos benefícios previdenciários e títulos de eleitor”, avalia.
Já nos dias seguintes à tragédia uma equipe da SDH esteve em Alagoas e Pernambuco para articular a organização dos mutirões. “Nós tínhamos um cronograma prévio. O que fizemos foi mudar a ordem dos mutirões em alguns municípios por conta da situação de emergência e calamidade pública em que muitos se encontram”, explica Beatriz.
A coordenadora-geral esteve nas regiões atingidas e lidera as ações da SDH. “Entramos em contato com diversos órgãos nesses estados, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Receita Federal, Defensoria Pública, Ministério Público, Tribunal de Justiça e Instituto de Identificação”, diz ela. Segundo Beatriz, a ação conjunta auxiliará as pessoas a retomarem a normalidade e a terem sua identidade resgatada.
Para que o cidadão tenha acesso à segunda via de seus documentos, basta comparecer ao local divulgado pelos municípios atingidos. O serviço é gratuito.
Em Alagoas a previsão é que os mutirões iniciem no dia 19 de julho e sigam até o dia 12 de agosto. Em Pernambuco, os mutirões já estão sendo realizados desde 22 de junho e devem continuar até 28 de julho.
Registro Civil de Nascimento – Em 2003, o índice de sub-registro civil de nascimento era de 18,9%; recuou para 12,2% em 2007 e caiu para 8,9% em 2008. As projeções apontam para a erradicação do índice de crianças sem registro, o que significa acabar com o sub-registro civil de nascimento pelos parâmetros estabelecidos pelas Nações Unidas.
Entre as ações estratégicas para garantir o acesso da população ao registro civil de nascimento estão os Mutirões e as Unidades Interligadas.
Esse ano, os mutirões acontecem nos 17 estados do Nordeste e da Amazônia Legal. Para atingir as populações mais distantes estão em andamento 1.550 mutirões para a emissão de certidão de nascimento, sendo 850 no Nordeste e 700 na Amazônia Legal. Em 2009 foram emitidas 73 mil certidões de nascimento em aproximadamente mil mutirões.
As Unidades Interligadas têm o objetivo de facilitar o registro civil de nascimento, permitindo que a certidão seja emitida ainda na maternidade, sem a necessidade de deslocamento até o cartório. Desde 2009, o governo iniciou a instalação de Unidades Interligadas nas maternidades que realizam mais de 300 partos por ano.
Mutirão para 2ª via de documentos em São José da Laje (AL)
Data: 19 de julho de 2010
Horário: 8h às 17h
Local: Ginásio de Esportes de São José da Laje. Rua Major de Góes Monteiro S/N – Centro, São José da Laje (AL)
Tabela com o cronograma de mutirões nos municípios em estado de emergência ou de calamidade pública em Alagoas (*)

Data

Municípios em Alagoas

que vão receber os mutirões

19 de julho de 2010

São José da Laje

20 de julho de 2010

União dos Palmares

21 de julho de 2010

Santana do Mundaú

22 e 23 de julho de 2010

Branquinha

26 de julho de 2010

Murici

27 e 28 de julho de 2010

Rio Largo

29 e 30 de julho de 2010

Quebrangulo

2 de agosto de 2010

Paulo Jacinto

3 de agosto de 2010

Viçosa

4 de agosto de 2010

Cajueiro

5 de agosto de 2010

Capela

6 de agosto de 2010

Atalaia

9 de agosto de 2010

Satuba

10 de agosto de 2010

Campestre

11 de agosto de 2010

Jundiá

terça-feira, 20 de julho de 2010

Lula sanciona estatuto da igualdade racial e cria universidade

Estatuto prevê garantias e o estabelecimento de políticas públicas de valorização aos negros

Agência Brasil | 20/07/2010 17:13

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feirao Estatuto da Igualdade Racial e a lei que cria a Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab). Aprovado pelo Congresso no mês passado, após sete anos de tramitação, o estatuto prevê garantias e o estabelecimento de políticas públicas de valorização aos negros.
O Estatuto da Igualdade Racial define ainda uma nova ordem de direitos para os brasileiros negros, que somam cerca de 90 milhões de pessoas. O documento possui 65 artigos e objetiva, segundo a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a correção de desigualdades históricas no que se refere às oportunidades e aos direitos dos descendentes de escravos do País.
O ministro Eloi Ferreira de Araújo disse que a sanção do Estatuto da Igualdade Racial “coroa o esforço de muitos e muitos anos”, das comunidades negras no País.
Também sancionada nesta terça-feira, a Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab) tem o objetivo de promover atividades de cooperação internacional com os países da África por meio de acordos, convênios e programas de cooperação internacional, além de contribuir para a formação acadêmica de estudantes dos países parceiros.
A nova universidade será localizada no município de Redenção, no maciço de Baturité, a 66 quilômetros de Fortaleza. De acordo com a secretaria, a previsão é de que as obras do campus comecem em meados de 2011. As atividades acadêmicas terão início este ano em instalações provisórias em Redenção, em prédios cedidos pela prefeitura local.
A previsão é de que a Unilab atenda a 5 mil estudantes presenciais de graduação, dos quais 50% serão brasileiros e 50% originários de países parceiros.

Nelma Nunes

Curso gratuito para operadores do SINASE

 

As aulas abordarão temas como adolescência, família e sociedade; marcos legais; políticas intersetoriais; projeto pedagógico em unidades de internação e em meio aberto; gestão do sistema socioeducativo; socioeducação e segurança; justiça restaurativa; e integração do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente.
O curso será inteiramente virtual e gratuito, com financiamento do Fundo da Infância e Adolescência do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), e terá duração de 120 horas.
As inscrições para a segunda turma do curso estarão abertas até 25 de agosto. Na primeira turma, foram cerca de 10 mil candidatos inscritos para pouco mais de três mil vagas.
Data:    inscrições até 25 de agosto de 2010
Aulas de setembro a novembro de 2010
Local: Internet (aulas a distância)
Realização: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica (SDH/PR), em parceria com o Centro de Estudos Avançados de Governo e Administração Pública da Universidade de Brasília (CEAG/UnB).

Inscreva-se no link http://www.educar.tv/sinase/aluno.
Para saber mais: (61) 3107-2685 ou e-mail ceag@unb.br

Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDCA

Rua Ladislau Neto, 367, Centro 57.020-010

Maceió-AL   Fone/Fax: (82) 3315. 1739 Cel. (82) 8883.7564

cedca_alagoas@hotmail.com      www.conselhodacrianca.al.gov.br

20º aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente

www.obscriancaeadolescente.org.br

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Trabalho de Alen Barbosa para D I V U L G A Ç Ã O

 

Segue trabalho de Alen para D I V U L G A Ç Ã O
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Alen Barbosa estuda fotografia na Escola de Arte Panamericana em SP e trabalha para as principais agências de moda do Brasil, entre elas Mega Models e Elite, atual MMI. Em parceria com o IED, Instituto Europeu de Design, cobre eventos de grande repercussão nacional como o Soa Paulo Fashion Week e outros eventos de moda importantes.

Além desses trabalhos, assessora o trabalho do Fotógrafo da National Geographic Izan Petterle, que tem o seu foco voltado para fotografia natural artística, área distinta da qual Alen se especializou. Moda, retrato e fotografia de interiores são seus maiores focos. Além das agências e da parceria com a National e o IED, presta serviços para algumas marcas nacionais, entre elas, Lita Mortari e Patrícia Coelho com a marca 8.

Alen fica na cidade durante todo o mês, quando finalmente volta à São Paulo para reativar seus trabalhos depois de merecido descanso.

Segue portfólio e trabalhos on line:

http://www.flickr.com/photos/alenbarbosa/

http://alenphoto.carbonmade.com/

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

CONVITE- _Evento: Políticas de Saúde para Crianças e Adolescentes: 20 Anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

 

CONVITE

            A Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), por intermédio das Áreas Técnicas de Saúde da Criança e Aleitamento Materno e Saúde do Adolescente e do Jovem, do Departamento de Ações  Programáticas Estratégicas (DAPES), convida Vossa Senhoria para participar do evento: Políticas de Saúde para Crianças e Adolescentes: 20 Anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, que se realizará no dia 15 de julho de 2010, das 9h às 17h, no auditório Emílio Ribas, localizado na Esplanada dos Ministérios Bl. G Ed. Sede. Térreo. Brasília-DF.

            Nos 20 anos do ECA pode-se comemorar as conquistas nas políticas de saúde, a exemplo da redução da mortalidade infantil, resultado de um conjunto de programas, ações e estratégias de promoção da saúde e da atuação da Estratégia de Saúde da Família. Por outro lado, observa-se a mudança no perfil dos problemas de saúde do País. As causas externas (acidentes e violências) ocupam a primeira causa de morte na faixa etária de 1 a 19 anos. Menos visível, porém mais disseminados, são os efeitos da violência e do sofrimento individual de crianças e adolescentes, que podem se perpetuar durante a infância e a adolescência, com consequências até a idade adulta, constituindo-se em desafios para os gestores, profissionais de saúde e toda a sociedade.

            Este evento tem como objetivo apresentar um balanço dos 20 anos das políticas de saúde voltadas para crianças e adolescentes: CONQUISTAS E DESAFIOS, e oportunamente será lançado o documento: “Linha de Cuidado para a Atenção Integral à Saúde de Crianças, Adolescentes e suas Famílias em Situação de Violência – Orientações para gestores e profissionais de saúde”.

   Informamos que não dispomos de recursos para custear as passagens e diárias. Nesse sentido, as despesas devem correr por conta dessa secretaria.

Um abraço,

Lourdes Magalhães

 

Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno

Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas

Secretaria de Atenção à Saúde
SAF/Sul, Trecho 02, Lote 05/06 - Torre II - Edifício Premium

1º Subsolo - Sala 01 - Brasília/DF - CEP: 70070-600
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*: marial.magalhaes@saude.gov.br

Programa dá noções de educação financeira a crianças

 

Programa dá noções de educação financeira a crianças

O Turma da Bolsa já registrou 4 mil inscrições no site, que alia atividades lúdicas à educação financeira

Pouco mais de dois meses depois de seu lançamento, o programa de educação financeira voltado ao público infantil da BM&F Bovespa, chamado Turma da Bolsa, é um sucesso. Cerca de quatro mil crianças já se inscreveram no site, que alia atividades lúdicas a noções de educação financeira. Os acessos somam 50,5 até 30 de junho. O portal, desenvolvido para crianças com idade entre 7 e 10 anos, está dividido em seis áreas: vídeos, jogos, fábulas, quadrinhos, diversão e dicas para pais e educadores. De acordo com Patrícia Quadros, gerente dos programas de popularização da bolsa, o quanto antes meninos e meninas iniciarem o processo de aprendizado, melhor conseguirão administrar suas finanças quando adultos.

Acesse: http://www.turmadabolsa.com.br/Web/Home.aspx

Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDCA

Rua Ladislau Neto, 367, Centro 57.020-010

Maceió-AL   Fone/Fax: (82) 3315. 1739 Cel. (82) 8883.7564

cedca_alagoas@hotmail.com      www.conselhodacrianca.al.gov.br

20º aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente

www.obscriancaeadolescente.org.br


--
Nelma Nunes
Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH/CEDCA)
Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente
http://www.mulherecidadania.al.gov.br http://www.conselhodacrianca.al.gov.br
ADE SIPIA-CT-Web - Alagoas Fone/Fax: (82) 3315. 1739/1792  Cel.:(82) 8883.7564
Pelo portal Sipia CT (https://www.sipia.org.br/), o cidadão poderá fazer a denúncia.

TCE-RS x salários acima do teto

 

TCE-RS divulga novos dados da “Operação Pente Fino”

Maior salário até agora está na Susepe: R$ 43.829,47
A equipe de auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) finalizou a análise preliminar nas folhas de pagamento das Secretarias da Fazenda e de Segurança Pública (Instituto Geral de Perícias, Superintendência de Serviços Penitenciários e polícias Civil e Militar), e Procuradoria-Geral do Estado. Os dados fazem parte da primeira etapa de diagnóstico que vem sendo realizado por uma equipe de 27 auditores públicos externos.
O trabalho de auditoria encontrou entre os inativos da Superintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE) o mais alto contracheque do Estado até agora. O valor recebido por um (a) servidor (a) aposentado no mês de abril deste ano foi de R$ 43.829,47 (quarenta e três mil, oitocentos e vinte e nove reais com quarenta e sete centavos). O vencimento básico desse servidor é de R$ 737,75 (setecentos e trinta e sete reais com setenta e cinco centavos).
Segundo o Presidente do TCE, João Osório, os dados agora revelados significam mais um passo em direção à transparência necessária no serviço público: “O que não é aceitável é que o Rio Grande não soubesse até hoje o que é feito dos impostos pagos pelo povo”.
O exame da legalidade das principais parcelas que compõem os pagamentos está sendo realizado na Assembleia Legislativa (AL), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Tribunal de Justiça (TJ), Ministério Público (MP) e Tribunal de Justiça Militar (TJM). No TCE, o processo encontra-se em revisão final de relatório e, em breve será encaminhado para escolha de relator, esclarecimentos e apreciação em sessão plenária.
Acesse a tabela com as apurações preliminares referentes ao mês de abril de 2010 e o demonstrativo das parcelas que compõe o maior salário encontrado.

Fonte: Assessoria de Comunicação do TCE-RS

Movimentos negros solicitam que Lula vete o Estatuto da Igualdade Racial

 

Movimentos negros solicitam que Lula vete o Estatuto da Igualdade Racial

O movimento negro e social, assim como a Frente Nacional em Defesa dos Territórios Quilombolas, realizaram em Brasília manifestações, na última quarta-feira (30), pedindo ao presidente Lula que vete o Estatuto da Igualdade Racial, já aprovado no Senado. A mobilização também exige o indeferimento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 3239 contra o decreto 4887, do Supremo Tribunal Federal (STF), que regulariza os territórios quilombolas

No último dia 16, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal votou o texto substitutivo da Câmara dos Deputados para o Estatuto da Igualdade Racial. No mesmo dia, o Estatuto foi aprovado pelo plenário do Senado, causando descontentamento em diversas organizações do movimento negro e social.

Para estes movimentos, as modificações propostas pelo senador Demóstenes Torres (DEM/GO) e aplicadas no Estatuto "vão contra tudo o que estava na premissa básica no cerne original da proposta". Em comunicado para esclarecer seu posicionamento, a União de Núcleos de Educação Popular para Negros e Classe Trabalhadora (Uneafro) assegura compreender que o Estatuto cumpriu seu papel de suscitar o debate, mas julga que ele se esgotou e se tornou inútil, já que, o que se quer votar "não corresponde em nada com a proposta original".

O texto inicial do Estatuto da Igualdade Racial propunha ações afirmativas como a criação do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial e o sistema de cotas, mas saiu do Senado sem políticas nacionais de saúde para os negros, nem cotas nas universidades, no serviço público ou nos partidos políticos. O novo texto foi fruto de um acordo feito entre Demóstenes Torres, o Ministério da Igualdade Racial e o autor da proposta, senador Paulo Paim (PT-RS).

"Foi o conjunto das retiradas que tornou o Estatuto inócuo. O Estatuto que os movimentos negros e sociais reivindicam é o que obriga os governos a gerarem políticas reparadoras que comecem a pagar a dívida histórica pendente com os negros", afirmou Douglas Belchior, do conselho geral da Uneafro.

Desta mesma opinião, compartilham cerca de 120 pessoas e organizações sociais e negras do Brasil, que assinaram a petição, pedindo ao presidente Lula que vete o Estatuto aprovado no Senado. De acordo com Douglas, a reivindicação é que o Estatuto seja retirado de pauta para que seja revisto em outra legislatura.

"Não reconhecemos este Estatuto da Igualdade Racial aprovado no Senado como uma vitória, pois entendemos que ele pode legitimar a inoperância das ações voltadas para os negros. Exigimos que o projeto de Estatuto seja devolvido para a Câmara e para o Senado. Queremos um documento eficaz", reivindicou.

Reivindicações quilombolas

A Frente Nacional em Defesa dos Territórios Quilombolas também se mobilizou para exigir seus direitos. Em frente ao STF, em Brasília, foi exigido o indeferimento da ADI nº 3239, contra o decreto 4887, do STF, que regulariza os territórios tradicionais. A ação, movida pelo Democratas, questiona o decreto presidencial que estabeleceu a titulação de terras para quilombolas.

Segundo Douglas, os movimentos quilombolas estiveram no STF para solicitar a realização de uma audiência pública para regulamentar a situação das terras. O integrante do conselho da Uneafro confirmou que a questão dos territórios tradicionais também foi retirada do Estatuto da Igualdade Racial.

Para assinar a petição que pede ao presidente Lula que vete o Estatuto aprovado no Senado clique http://www.petitiononline.com/mobnm/

Estado convoca médicos e enfermeiros para trabalhar em hospitais móveis

 

Estado convoca médicos e enfermeiros para trabalhar em hospitais móveis

Profissionais ou técnicos em enfermagem voluntários serão encaminhados para Santana do Mundaú e Branquinha

Ascom / Sesau

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) convoca, em caráter de urgência, médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem voluntários para atuarem nos hospitais móveis que estão sendo montados pelo Governo nos municípios de Santana do Mundaú e Branquinha. Os voluntários vão trabalhar em regime de plantão, ou seja, durante 24 horas.
A medida é para reforçar a equipe de profissionais do município e do Estado que vai assumir o atendimento depois que os voluntários da Secretaria de Saúde e Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro deixarem Alagoas. Eles estão no Estado há cerca de duas semanas assegurando a assistência à saúde dos desabrigados ou desalojados das enchentes.
Apesar dos técnicos da Sesau terem se reunido com representantes da Uncisal, conselhos de Medicina, Psicologia e Enfermagem e da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), ainda não foi possível cadastrar voluntários suficientes para suprir a demanda necessária.
Os interessados devem entrar em contato com a Coordenadoria de Gestão de Pessoas da Sesau pelos telefones 3315.3111 ou 3315.3778.

Nelma Nunes

Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMCDH/CEDCA)

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ADE SIPIA-CT-Web - Alagoas Fone/Fax: (82) 3315. 1739 Cel.:(82) 8883.7564

Pelo portal Sipia CT (https://www.sipia.org.br/), o cidadão poderá fazer a denúncia.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Quatro + uma bolsas de Investigação no AHU, Lisboa PT

 

Arquivo Histórico Ultramarino <ahu@iict.pt>
Abertura de concursos do Projeto «Meio século de ciência colonial: olhares cruzados sobre o arquivo e a atividade científica da Comissão de Cartografia (1883-1936)» PARA QUEM É DA ÁREA DE CIENCIA DA INFORMAÇÃO.

Abertura de concursos para atribuição de quatro + uma bolsas de Investigação no AHU
No âmbito do Projeto HC/0067/2009 «Meio século de ciência colonial: olhares cruzados sobre o arquivo e a atividade científica da Comissão de Cartografia (1883-1936)», financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia
O prazo de recepção de candidaturas encontra-se aberto entre os dias 18.06.2010 a 01.07.2010
ver editais de abertura de concursos para atribuição de 4 vagas : http://www2.iict.pt/archive/doc/Edital-Bolsa-HC00672009-Arq.pdf e de 1 vaga:  (http://www2.iict.pt/archive/doc/Edital-Bolsa-HC00672009-Foto.pdf)
Arquivo Histórico Ultramarino
e-mail: ahu@iict.pt
web site: www.iict.pt
Calçada da Boa-Hora, 30
1300-095 Lisboa
Portugal